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De mocinhos e bandidos

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Rock Bravo o profeta, Leo Canhoto e Robertinho os mediadores

Lembro quando era menino de ter ouvido muito a dupla sertaneja maravilhosa, Leo Canhoto e Robertinho. Sobretudo os seus personagens de bang bang, Jack Matador ou Rock Bravo. Uma espécie de homens fora da lei, provavelmente inspirados pelo cinema americano e seu faroeste colorido.

Hoje assistindo e ouvindo aquelas musicas – quase uma rádio novela – percebemos a atualidade do drama, onde o homem mau, o matador e o bravo eram implacáveis com os seus algozes e por uma besteira qualquer matava quem estava à sua frente, ao seu lado ou quem ousasse reagir de alguma forma. Rock Bravo fazia a própria sombra correr de medo, dizia o narrador no vinil lado A e lado B.

Pois o que parecia brincadeira, arte, drama e música, viraram tragédia, realidade. Na verdade aquilo era realismo fantástico, coisa que hoje é cotidiano das grandes e pequenas cidades. Tem bandido por aí que por uma olhada que o sujeito der nele, ele mata sem dó; dizer um ai num assalto, ou dizer nada, morre também.

Essa profecia de Leo Canhoto e Robertinho através dos seus personagens é fiel até no fim que reserva aos bandidos, que – como diz a música – a morte chega pro bandido também.

Mas quem é o bandido?

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