DESORDENS DO PROGRESSO

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Nós somos a Palestina Agredida

Quando você acordar durante estes dias pense no que ocorre em Gaza, na terra Palestina. Nos crimes sangrentos praticado por Israel. Você poderá indagar o que isso tem que ver com a sua vida, mas se você ler a história verá que tem muito a ver e refletindo sobre a guerra, verás que ela é injustificável e depõe contra a humanidade. Somente aqui já são bons(ou maus?) motivos para se indignar com as ações cruéis de Israel contra os Palestinos: a história que mostra que a terra é dos Palestinos; a brutalidade de toda guerra; a insanidade das ações contra seres humanos, crianças, idosos, natureza e demais seres vivos.

Se você se interessa por motivos teológicos poderá também perceber os fatores religiosos que Israel tenta justificar o injustificável, achando-se Deus e com todo poder conferido a si na força dos canhões de luz. Lançados do alto dos céus, Israel se veste de glória e lança luzes mortíferas contra o povo inocente da Palestina, crendo que a sua ira é divina.

Tal qual Sodoma e Gomorra, parece a faixa de Gaza o lugar proscrito, que deve sucumbir com a força das armas e do ódio. Ficaremos nós sem pensar, sem reagir, sem olhar, com medo de quedarmos paralisados, como ficou a filha de Lot ao olhar pra trás, transformada em estátua de sal(Genesis, 19, 23-26) ao espanto de tanta luz de fogo e enxofre caindo sob os céus das duas cidades? Ficaremos imóveis, mudos, paralisados? Seremos estátuas nuas, ante o desenrolar cruel da guerra de Israel?

Tanto pregam as igrejas baseadas nos relatos e fé dos povos de Israel não sabendo que – fruto da colonização que sofremos – fomos invadidos pela literatura judaica e impedidos de conhecer o legado dos povos árabes, mulçumanos, mouros, em sua profundidade e sabedoria.

Reneguemos, pois, os atos criminosos de Israel, ao tempo em que exigimos que as tropas cessem imediatamente os seus canhões e deixem a terra Palestina. Que a ONU seja mais incisiva em condenar os ataques e que os Países sinceros, seus líderes condenem também tanta crueldade.

Em minha varanda levantei a bandeira Palestina.

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