seo agency

Uma escola livre de homens livres

with Nenhum comentário

Uma universidade livre. Uma escola livre, essa era a idéia.

Comentava isso com amigos e parentes, “um dia a gente cria uma escola livre” e todo mundo gostava da idéia, ainda que achando graça, rindo.
Longe disso, de ser uma escola livre – no sentido de processar idéias e ações revolucionárias e ter os educadores que façam isso também com liberdade – de certo modo estamos fazendo escola.
A escola do Viola de Bolso Arte e Memória Cultural.

Ligeiramente alguém poderia especular e dizer que é uma extensão da escola formal e suas grades curriculares engessadas. Mas podemos ter a ousadia de afirmar que queremos ser uma escola livre, sem grade curricular nem engessamento. Aliás, não temos grade curricular mas um planejamento construido coletivamente e passível de ajustes e mudanças.

Não pretendemos formar tão somente atores, nem músicos, nem artista plástico, nem técnico em informática; pretendemos sim, ajudar a estimular a produção do conhecimento e ter cidadãos que pensa em sua casa, em sua escola em sua rua, em seu bairro sua cidade, seu país e no mundo!
cidadãos e pensadores, que este mundo necessita! artistas em várias áreas das artes.

Ao vivenciarmos o dia a dia das oficinas, seus mestres ensinando e aprendendo ao mesmo tempo; os meninos e meninas, jovens estudantes e gente adulta das comunidades dos bairros de Eunápolis animados com os cursos, percebemos o significado de tudo isso e até nos assustamos.

O Viola de Bolso está sim, fazendo escola.
Por isso tenho lembrado daquela idéia de se criar uma escola livre.
Existem muitas escolas.
Existem poucas escolas livres. Claro que essa frase carece de aprofundamento, sobre o significado e o desafio que é gestar escola, idéias e homens livres.

Existem inúmeras comunidades iniciando processos educativos de arte, comunicação, pensamento e memória, unindo o local e o global. Seja nos espaços da escola, seja na roça, no porto ou no sindicato.
O importante é que tem muita coisa mudando pra melhor.
Acredite!

Deixe uma resposta