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Conferência municipal de Cultura

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Conferência de Cultura em Ilhéus

Em novembro, na cidade dos Ilhéus acontecerá a 3a. Conferencia estadual de Cultura, evento articulado no âmbito do Programa Estadual de implementação do Sistema Estadual de Políticas Culturais, sob a direção de Márcio Meirelles, secretário de Cultura da Bahia.
Até lá, os Territórios de Identidades e seus municípios deverão também realizar as chamadas pré-conferências. Muito bem.
Quem se responsabiliza por este processo? todos! só que em funções e responsabilidades diferentes.
De parte dos grupos, artistas, cidadãos e suas comunidades, pouco tem se falado em mobilização, articulação e participação, mas se ocorrer convocação, é capaz de aparecer muita gente.
Quem convoca as pré-conferencias? quem quiser, de forma organizada e bem registrada, com abertura para a ampla participação.
Temos ouvido de alguns grupos a vontade de participar mas ainda não entenderam o processo e a proposta do sistema articulado – pela simples falta de acesso às informações.
Aí está o problema.
As informações existem. O acesso é restrito.
Neste sentido, as instituições governamentais tem papel fundamental mas não cumprem, sobretudo os municípios.
A falta de interesse em informar, o despreparo das pessoas e o fisiologismo que impera nos departamentos de cultura ou até mesmo nas secretarias municipais de cultura, fazem que nada ande. Quanto mais para organizar fóruns de reflexão que atirem letras, palavras, partituras e planos nos tetos de vidros das prefeituras!
Esse é o receio de algumas cidades.
Enfrentar essa situação tambem faz parte do desafio de organizar o sistema estadual de politicas culturais.
A ação cultural como política pública não foi absolvida em sua importância e significado nas atuais administrações dos Territórios, salvo algumas exceções.
Muitas ficaram e outras tantas ficarão, no protocolo das intenções, infelizmente.

Em Eunápolis, nem uma nota de rodapé, nem um folder, nem um cartaz escrito à mão lembra a necessidade de participação e organização da Conferência municipal de Cultura.
E estamos lembrando disso aqui e agora, para nos comprometermos em provocar e deflagrar a construção da dita cuja Conferencia Municipal de Cultura. Caminhando e cantando.
Lá vamos nós!

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