Políticas culturais para Marina e Alice

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Políticas culturais para Marina e Alice

Pensamos o futuro.
Ao lutar por políticas culturais no estado brasileiro, estamos gestando o futuro e trilhando caminhos que seguramente nossos filhos e netos deverão transitar e proteger.
É para Alice, é para Marina Esther que plantamos nossos ideiais de justiça e criação de relações fraternas.
Os setores mais reacionários que pregam o chamado desenvolvimento, tem medo do pensamento livre e das expressões e diversidade culturais.

A Conferência Estadual de Cultura que se inicia em Ilhéus, entre os dias 27 e 29 de novembro tem que assentar a sua reflexão nesse futuro no qual olharemos com emoção.
Estamos em território Tupinambá, rememorando o Caboclo Marcelino, exemplo de resistência contra a invasão branca. Na abertura do evento vimos que ainda continua a agressão contra as populações tradicionais, em nome da ganancia e do lucro.

Na Conferência são varios rostos, diversos sotaques, gestos e presenças que compartilhamos nestes tres dias.
Em meio à confusão do começo, vamos nos situando para contribuir nesse momento histórico.
O Viola de Bolso no sábado lerá um manifesto da Rede Cultural Bahia ao extremo, falando de suas crenças nesta luta por políticas culturais.

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