Democracia sem distorção

with Nenhum comentário

IMG_20160304_145034161

Nem pato nem cavalo

O país está um destempero. Seria interessante afirmar isso se não estivéssemos sob a ameaça de um golpe, a ameaça de vê aprisionada a democracia e rasgada a CF de 1988. Isso é o que queria a direita, depois de ter perdido as eleições presidenciais; isso é que tem feito a direita no Congresso ao longo dos últimos meses, desestabilizando a vida nacional.

O destempero diz respeito às mudanças de papeis e de competências de muitas instituições, empresas ou grupos, afim de botar fora o governo Dilma Rousseff e iniciar uma venda escandalosa de nossos bens, caso da Petrobras e as potencialidades do pré-sal, por exemplo.

A Inversão de papéis, funções e competências

Os jornalistas por exemplo, viraram algozes da presidente Dilma e de Lula; pelo jornalismo global, ambos já estariam assassinados.

Os juízes se transformaram em cabos eleitorais ou atores orgânicos de partidos;

A OAB virou um balcão de negócios como a Fiesp. E a Fiesp já determinou o impeachment, sob o comando do famigerado Skaf, assessorado por Janaína Paschoal, a facista.

Os ministros do STF viraram ‘consultores’ da verdade e da mentira, simples sujeitos a assinarem ou não as determinações dos parlamentares(do que seja a justiça para eles) que, em seus esconderijos, maquiam verdades e mentiras de acordo as suas cifras de pecado of shores.

Até na rede globo, os jornalistas viraram servis porta-vozes das mentiras e, muitos dos atores e atrizes da empresa, estes sim, se transformaram em  verdadeiros jornalistas, a denunciar o golpe arquitetado contra a democracia. O Papel que seria dos jornalistas(rendidos pelo imprério global), tem sido feito pelos atores e atrizes corajosos.

Na inversão de papéis, até o pato amarelo, coitado, virou um cavalo de troia, tendo em seu interior o que mais de ruim pode carregar, sejam pessoas como o Skaf e Temer, sejam intenções das mais vis, a descambar o País no atraso e no reacionarismo.

A escola pelo avesso, como diria Eduardo Galeano.

Deixe uma resposta