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Por que a imprensa tem medo de Haddad? de Lula?

Grupo bandeirantes, Uol, FSP, estadão, grupo Globo e etc, tremem nas bases quando são eleitos governos democráticos e populares. Por que? A resposta é simples: porque eles todos nasceram com a ditadura militar, ajudaram a sustentar o golpe, se locupletando do sistema que foi montado contra a população brasileira e serviram sempre de mensageiros das medidas que tanto afetou e afetam até hoje a maioria das famílias que sobreviveram aos anos de chumbo.

E quem você acha que sustentou o golpe contra a democracia no governo Dilma Rousseff? Os mesmos testas de ferro… A imprensa, a direita no Congresso nacional e o judiciário elitista.

O exemplo disso, está na imprensa de ontem e de hoje: bastou sair às ruas as mulheres com a luta do EleNão e demonstrar a indignação e a certeza da eleição de Haddad, para a imprensa, principalmente a Uol, propagar que a direita está bem na pesquisa, blá blá blá….

Na maioria das vezes ou sempre, a imprensa brasileira tenta se passar por uma instituição séria, isenta, sem fins lucrativos e dotada de poder divino. Creiam, a imprensa é um empresa que tem dono, almeja lucro e explora trabalhadores. Os seus donos são sujeitos de fácil acordo nefasto, em nome do lucro. Em geral são governistas, pois tem medo de perder a porcentagem das propagandas dos governos ora instalados e buscam manter as suas concessões às custas das mentiras que propagam.

Mas repare que mentiras viram verdades e verdades são ocultadas, para o bem de seu status quo ou em benefício dos seus interessados. E assim como em qualquer lugar, na empresa-imprensa tem de tudo: jornalistas sérios e jornalistas escrotos. Mas aqui não estamos falando desses trabalhadores fragilizados pela noticiosa mentira que muitas vezes são obrigados a repassar, estamos falando da empresa, do jornal de papel ou do jornal on line, da TV ou do rádio de hoje em dia.

Leiam a FSP hoje, leiam o estadão amanhã, leiam a uol depois, agora leiam A Tarde ou o jornal do comercio, é tudo a mesma coisa, velha reprodutora da notícia malfadada, cópia mal feita de notícias exportadas do capitalismo mundial, retrato fiel da face empresarial da bolsa de valores.

Em tempo de eleições isso fica mais latente, as empresas põem as garras de fora e abertamente se declaram partidários do que mais de ruim para o Brasil se tem. Porque, o que é bom para o povo brasileiro, nunca serve aos interesses dessas empresas. Há tempos caiu o mito da imparcialidade de jornais, TV e rádio. O mito da imparcialidade Já era.

E assim como as contradições da sociedade, a imprensa-empresa mantém as suas contradições entre a mentira e a notícia falsa e vai vivendo. Como uma empresa que é, o seu lucro depende da exploração que faz da miséria alheia ou da mentira disfarçada. Em muitos momentos a imprensa é algoz ou é juíza, é divina ou é moderna, é universal ou não tem lugar. Nunca é ela mesma. A sombra das maquinas que imprimem ou a página na internet que divulga as mentiras, protegem os novos senhores do engenho da imprensa brasileira.

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