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Porto de chegada Ponto de partida
Encontro, Identidades e Símbolos Agora, no final da Conferência baiana de cultura, o fim é o começo.Após meses de processo de discussão e articulação a Conferência estadual é encerrada em torno de encontros, identidades e símbolos.O encontro de diversas pessoas animadas e esperançosas por mudanças.As identidades se firmando, rompendo com a ideia do pensamento único.Símbolos,…
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Políticas culturais para Marina e Alice
Políticas culturais para Marina e Alice Pensamos o futuro.Ao lutar por políticas culturais no estado brasileiro, estamos gestando o futuro e trilhando caminhos que seguramente nossos filhos e netos deverão transitar e proteger.É para Alice, é para Marina Esther que plantamos nossos ideiais de justiça e criação de relações fraternas.Os setores mais reacionários que pregam…
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Políticas culturais abrangentes
Políticas culturais em uma nova sociedade Eis o paradigma.Depois de tantos anos reconstituindo tecidos sociais e mecanismos de participação dos cidadãos, caberá a nós, os sujeitos da transformação, conduzir a reflexão sobre o papel da cultura e das artes e de políticas mais abrangentes na nova sociedade.Por enquanto, estamos no campo reivindicativo diante do estado,…
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Terreiros da Conferência
No Terreiro lá de casa Em Ilhéus, Olivença é território Tupinambá, reduto indígena em consequência da força da violência impetrada pelos invasores. Ilhéus foi construída dos escombros das aldeias, dos engenhos e da labuta do negros ali segregados.Após séculos de invasão, construída sob a égide da soberana economia cacaueira, cada povo quer o seu lugar.…
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TERREIROS DA CONFERÊNCIA
Inspirado na Conferência Estadual de Cultura, o Ponto de Cultura do Viola de Bolso, publicará até o domingo, 29, alguns textos provocativos. CANTIGA BRAVA* “Me pediram pra deixar de lado toda tristezaPra só trazer alegria e não falar de pobreza.E mais, prometeram se eu cantasse feliz,agradava com certeza.Eu que não posso enganar,misturo tudo que vi.Canto…
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Poetas do mundo
Elogio da Memória O funil da ampulhetaapressa, retardando-a,a quedada areia. Nisso imita o jogomanhosode certos momentosque se vão emboraquando mais queríamosque ficassem – José Paulo Paes, em “socráticas”, Ed. companhia das letras 2001.
