• Viola de Bolso iniciou as suas atividades

    Viola de Bolso iniciou as suas atividades

    Desde abril que o espaço cultural do Viola de Bolso iniciou as suas atividades do ano 2019. Tendo como eixo temático a reflexão sobre o Patrimonio cultural e a memória, os ativistas do Viola pretende chamar a atenção da cidade para as demandas que o tema apresenta, numa tentativa que o a administração municipal possa…

  • Pontos de Cultura vive

    Pontos de Cultura vive

    DEZ ANOS DEPOIS Há exatos doze meses, escrevi um texto sobre o lançamento do primeiro edital de pontos de cultura na Bahia, publicado pela Secult Bahia no começo de 2008, em que os projetos aprovados e ajustados no final do mesmo ano, passaram a ser executados pelos seus proponentes a partir de 2009, portanto fazendo…

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  • Poesia e resistência no viola

    Poesia e resistência no viola

    Literatura, poesia como resistência   Quem tem medo de poesia é um evento literário realizado pelo espaço cultural do Viola de Bolso, com o objetivo de reunir poetas de todas as idades, estimular a leitura poética do mundo, dos livros e das culturas. Amorosidade, palavra, abraços, ritmos e coragem ganham materialidade na roda poética… veja…

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  • mulher preta e líder por moradia

    mulher preta e líder por moradia

    Narrativas da cidade, dia 11 de novembro, domingo da consciência negra: Dona Udda, mulher preta, foi liderança na luta por moradia em Eunápolis No começo da década de 1960, o povoado de Eunápolis começava a crescer. Uma ocupação do lado sul do córrego do gravatá movimentava o lugar, onde mais tarde seria o bairro dr.…

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  • pregões quase cantiga

    pregões quase cantiga

    Narrativa da infância, em 09 de novembro, sexta feira da consciência negra: Um bairro dr. Gusmão de pretos Seu Anacleto era padeiro na praça dr. Gusmão. Um preto forte, altivo e focado em seu ofício. Salvo engano, seu Anacleto tinha uns seis filhos, a maioria mulheres e muitos agregados, trabalhadores na padaria e no comércio…

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  • carros, polícia e racismo

    carros, polícia e racismo

    Narrativas de rua, dia 07 de novembro, quarta feira da consciência negra. EU VI. André Abujamra e Mauricio Pereira contaram e cantaram essa história pra gente: Eles disseram assim: Existem mil estórias de carro e racismo e essa é apenas uma delas. Eu vi, eu juro que eu vi… Era um sábado à noite, rua…

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